quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

 Refletindo sobre Emilia Ferreiro:

           Emília Ferreiro critica a alfabetização tradicional, porque a prontidão das crianças para o aprendizado da leitura e da escrita por meio de avaliação de percepção e de motricidade (coordenação). O peso para o aspecto externo da escrita é excessivo, deixando de lado suas características como a compreensão da escrita e sua organização. Seguindo esse raciocínio o contato da criança com a organização da escrita é adiado para quando ela for capaz de ler as palavras isoladas, embora a relação com os textos inteiros sejam enriquecida. Portanto a alfabetização também é uma forma de se apropriar das funções sociais da escrita. 
             Atualmente, alguns professores definem o processo de alfabetização como sinônimo de uma técnica. Entretanto no processo de alfabetização inicial, nem sempre esses critérios são utilizados. Os professores ensinam da mesma maneira como aprenderam quando eram alunos, e não aceitam os erros que seus alunos cometem.
         Cabe aqui uma pausa para refletir:
        - Sabemos de tudo isso e estamos realmente colocando em nossa prática pedagógica no dia a dia?

          Respondendo por mim...confesso que desde que iniciei no magistério já modifiquei bastante o modo de tentar transferir um pouco  que sei aos meus amados alunos e tenho certeza que ainda modificarei bastante, pois nada na educação pode ser rígido, estático.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Resultado de imagem para reflexões emilia ferreiro

Cabe ao professor estimular seu aluno e motivá-lo a buscar novos conhecimentos




compete à escola conduzir os seus educandos à reflexão sobre a importância de ser um sujeito ativo do processo produtivo e, ao mesmo tempo, um cidadão do mundo, preocupado em promover o bem-estar social, sendo capaz de transformar, por intermédio do conhecimento, a desumanização atual em uma sociedade mais ética, justa e fraterna.


Minha contribuição


Emília Ferreiro
A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa.

Relação educativa

Emília Ferreiro
Eles aprenderam a usar a internet sozinhos e rapidamente, sem instrução escolar nem paraescolar. Eles conhecem essa tecnologia melhor que os adultos — os alunos sabem mais do que seus mestres. Essa é uma situação de grande potencial educativo, porque o professor pode dizer: "Sobre isso eu não sei nada. Você me ensina?" A possibilidade de uma relação educativa realmente dialógica é fantástica.


Alfabetização não existe uma receita pronta, pois muitas coisas estão envolvidas...mas precisamos estar abertas em sempre buscar algo a mais


Percebo que a infância de nossas crianças está sendo roubada...
encontramos em nossas salas de aula crianças adultas e muitas vezes adultos crianças...
que complicado...
será crise de identidade???
como o professor conseguirá trabalhar tudo isso??










 uma vez que ao observar a realidade escolar em que atuamos, nos percebemos cercados por vários cenários de produção da cultura: jogos de computador, celulares, brinquedos tecnológicos e consumistas, filmes, acesso a internet e sua nova forma de escrita os “internetês”, alimentação sedentária baseada em alimentos industrializados, um “agir e se vestir como miniadultos”, o que faz com que crianças apresentem problemas comportamentais, pois em meio a estas mudanças culturais e tecnológicas cada vez mais rápidas está a escola. Enquanto educadores, nos colocamos em processo de reflexão sobre as nossas ações frente a esse novo cenário posto à infância: E agora professor/a o que fazer? Qual a nossa postura perante essas produções das culturas infantis?