segunda-feira, 15 de maio de 2017

                            TRABALHANDO COM PROJETOS





           O trabalho com projetos desperta o interesse dos alunos, estimula a curiosidade, o desenvolvimento do raciocínio lógico.
Os projetos dão margem à perguntas desafiadoras que não podem ser respondidas pelo método de ensino tradicional. Além de colocar o aluno em uma posição ativa, onde ele vai tentar solucionar problemas, tomar decisões, investigar. Envolve a construção do saber,o questionamento sobre algo.
           A função do projeto é a de tornar a aprendizagem real e atrativa para o educando, englobando a educação em um plano de trabalho agradável, sem impor os conteúdos programáticos de forma autoritária. Assim o aluno busca e consegue informações, lê, conversa, faz investigações, formula hipóteses, anota dados, calcula, reúne o necessário, e por fim, converte tudo isso em ponto de partida para a construção e ampliação de novas estruturas cognitivas.
      Num projeto, os alunos trabalham de modo autônomo, tomando decisões e executando-as, fazendo escolhas, adotando estilos, que tem a ver com a sua experiência, os seus conhecimentos e os seus gestos. O professor pode fazer propostas e deve apoiar os alunos, mas não deve substitui-los, não deve retirar-lhes a parte de responsabilidade que lhes cabe na concepção e realização do projeto.
            A educação está sofrendo transformações e nós fazemos parte deste processo, com trabalho voltado a projetos, nós estamos fazendo uma nova sociedade, uma sociedade que pensa, que reflete, que busca, eu questiona.

              Avante!!!

sexta-feira, 21 de abril de 2017



                                                          REFLETINDO

         NESTA SEMANA QUE SE PASSOU TRABALHEI COM MEUS ALUNOS SOBRE O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA PÁSCOA, FORAM MUITAS DÚVIDAS, QUESTIONAMENTOS, CERTEZAS OU INCERTEZAS.

       MAS UMA COISA TIVEMOS COMO CERTEZA, QUE NOSSO MUNDO PRECISA DE  MAIS AMOR, MAIS  FÉ, MAIS CARINHO E ACREDITAR QUE DIAS MELHORES VIRÃO.

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                              MAIS SOBRE  A DEPRESSÃO NA TERCEIRA IDADE

                 Com o trabalho sobre Psicologia na vida adulta, onde nosso grupo escolheu trabalhar com o tema DEPRESSÃO NA TERCEIRA IDADE, várias descobertas tenho feito até o momento e que valem apena serem divididas com todos.

         A depressão enquanto manifestação de sintomas inter-relacionados a fatores psíquicos, orgânicos, hereditários, sociais, econômicos, religiosos, entre outros, vem se apresentando na sociedade pós-moderna com um índice bastante elevado, ocasionando um sofrimento que interfere significativamente na diminuição da qualidade de vida, na produtividade e incapacitação social do indivíduo, atingindo desde crianças a pessoas idosas, rompendo fronteiras de idade, classe socioeconômica, cultura, raça e espaço geográfico. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), desde a década de 90, a depressão vem ocupando uma posição de destaque no rol dos problemas de saúde pública, considerada a quarta doença mais cara de todas as doenças em todo o mundo,
          Quanto ao idoso, o reconhecimento clínico dessa síndrome, também é bastante complexo. Por um lado, os sintomas são muitas vezes atribuídos a processos genéticos, sociais, degenerativos cerebrais e a doenças físicas que contribuem em proporções variadas. Por outro, o fato de as pessoas idosas serem mais suscetíveis à depressão, sobretudo, quando perdem sua auto-estima e começam a se considerar inúteis, um peso para a sociedade e para suas famílias. O convívio com a solidão, a perda de sentido de vida, a renúncia, a desistência, são desafios constantes no processo de envelhecimento.
Para complementar, há um vídeo que relaciono abaixo sobre como Freud explica a depressão na terceira idade...vale a pena assistir
                                   
                                            https://youtu.be/9g_rTKHcUNQ







domingo, 9 de abril de 2017

                                          



                                          PROFESSORES REFLEXIVOS

          Neste texto de Isabel Alarcão abrange de forma profunda o conceito de reflexividade focado na escola, professor e aluno. Ela relata que o professor precisa ser reflexivo em uma escola reflexiva gerando condições para seus educados desenvolverem sua criatividade.
         A autora aborda várias questões, entre elas, coloca a importância do aluno questionar perante o que lhe é oferecido, pois para Alarcão o professor não é a única fonte do saber e que o aluno, já não é mais um receptáculo a deixar-se encher de conteúdos.
        A escola deve ser aberta, pensante e flexível a comunidade que se insere, fala também que o professor não deve agir isoladamente dentro da escola deve trabalhar em equipe, sendo animadores da aprendizagem e não apenas estrutores de ensino. O professor precisa se auto-avaliar constantemente seu processo de ensino para ser um professor reflexivo.
       Para atender as necessidades de nossos alunos que estão inseridos numa sociedade totalmente dinâmica e em constante transformação, a escola e por consequência, os professores devem ser reflexivos, pensando constantemente em sua prática pedagógica afim de conseguir fazer o melhor para seus educandos.
       O professor tem de ser um observador atento de uma realidade mutante e um profissional alerta para as ideias dos outros. No dia a dia, precisa dar espaço ao crescimento dos colegas e à própria capacidade de decisão - sem perder o sentido do trabalho coletivo e que tenha a preocupação de divulgar a todos os caminhos que o grupo vai traçando.
     Somente a reflexão e o diálogo vão fortalecer a concepção da Educação como uma tarefa que exige a complementaridade de saberes, o respeito pelos conhecimentos do outro e o reconhecimento dos próprios limites. O pior que pode ocorrer a um educador é pensar que sabe tudo e os outros nada sabem.

     Como a própria autora fala mudar não é fácil, mas é preciso ter a vontade de mudar.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Educadores não podem ser produzidos...
Educadores nascem...
Como nascem estes educadores?
Onde nasce este educador?
Estas respostas estão dentro de cada um de nós, basta realmente olharmos para dentro de nós mesmos e refletirmos se estamos dispostos a entrar num mundo com diversidades, adversidades, dificuldades, algumas decepções, mas acima de tudo isso..um mundo mágico, onde um sorriso de alegria ao aprender a ler sua primeira palavra não há dinheiro nenhum que pague.

           

              O TEMPO E O ESPAÇO NA APRENDIZAGEM
                  

A imagem da escola, concebida historicamente, onde meninos e meninas de uma certa idade freqüentariam esse espaço projetado para cumprir a função de ensinar os conteúdos considerados clássicos, durante um tempo estabelecido e de uma maneira silenciosa e quase que contemplativa, não é a imagem nem a realidade que se conhece hoje. Quem trabalhou em uma escola de Ensino Fundamental ou quem lá trabalha, conhece muito bem como cada dia se configura. Tanto alunos como professores, não são apenas sujeitos contemplativos nessa instituição. É nesse dia-a-dia que os professores se deparam com muitos desafios em sua prática docente, alguns advindos de sua formação, outros administrativos, políticos, pedagógicos quanto aqueles que constituem as representações sobre o aluno e sobre a infância. Entrelaçado nestes desafios está, o fato de buscar compreender o significado da diversidade em sala de aula e de poder desenvolver um trabalho pedagógico voltado a essa questão.
Lima (1999, p.8) apresenta uma questão muito relevante sobre a aprendizagem e a relação com o tempo, quando afirma que o planejamento não deve ter apenas 1473 previsão de situações de aprendizagem, deve ter também o planejamento do tempo em que tais situações levarão para serem executadas e depois refletidas, para que o aluno possa fazer uma elaboração mental e consiga estabelecer relações, processar a informação, reformular a ação feita. Portanto refletir sobre a questão do tempo e do espaço no planejamento das atividades escolares, se traduz em um eixo muito importante para o desenvolvimento de ações que auxiliem tanto professores quanto alunos
Segundo Paulo Freire: “Há uma pedagogia indiscutível na materialidade do espaço.” ( FREIRE, 1999:49)