terça-feira, 19 de fevereiro de 2019






                                                REVISITANDO POSTAGEM  B

Compete à escola conduzir os seus educandos à reflexão sobre a importância de ser um sujeito ativo do processo produtivo e, ao mesmo tempo, um cidadão do mundo, preocupado em promover o bem-estar social, sendo capaz de transformar, por intermédio do conhecimento, a desumanização atual em uma sociedade mais ética, justa e fraterna.

      # Revendo esta postagem vejo o quanto aprendi nesta caminhada no curso, pois tenho certeza de que muitas coisas se modificaram na minha prática pedagógica com as leituras disponibilizadas e com os debates oportunizados nas interdisciplinas.
        Segundo Karnal,  sobre o Futuro da escola      Ela não morreu e não morrerá. Em um mundo que buscará mais a inteligência do que o capital ou a força física, o futuro de quem ajuda a pensar é brilhante. O papel da educação tenderá a crescer, porém distante dos padrões atuais. Criatividade, metodologia de argumentação, expressão oral e escrita, raciocínios ponderados e capacidade crítica pavimentam a estrada do futuro. A velha escola morrerá sem muita vela ou flor. A nova será construída pelo nosso esforço de educadores, diretores, coordenadores, alunos e pais. Há um caminho aberto para a escola de amanhã. Tudo pode e deve ser repensado. Boa semana para quem educa e para quem aprende a aprender.”
       Na compreensão da História como possibilidade, é preciso que nós construamos o amanhã a partir da transformação do hoje; é preciso reinventar o mundo. Nessa tarefa a educação é indispensável para formar homens e mulheres que respondam rapidamente às exigências do mundo atual, desenvolvendo capacidades de constatar, comparar, optar e agir. Na educação democrática, é fundamental que professores e alunos tenham uma postura dialógica, isto é, aberta, curiosa, investigativa.




                                      REVISITANDO  POSTAGEM  A


                              

                               

Ao reler esta postagem fiquei chocada comigo mesma, pois apenas postei esta imagem sem comentários, reflexão mais aprofundada. Hoje após uma caminhada no PEAD e com auxilio de diversas leituras posso colocar que precisamos iniciar as mudanças em nossas salas de aula e afirmo que isso já estou desenvolvendo com meus alunos, com proposta de projetos que venham de encontro com as necessidades dos mesmos, sempre dialogando com a turma, incentivando a busca constante por novos caminhos e aprendendo a se posicionarem perante certas situações.
O professor na verdade deve ser aquele que gera questionamentos, promove dúvidas e educa para que seus alunos saibam resolver problemas, e não somente aquele que dá as respostas.    Ressalto aqui - A Pedagogia da pergunta que institui uma aprendizagem mediada por perguntas a partir das quais é possível investigar um problema e encontrar soluções para tal, de modo que vá se desenvolvendo um pensamento ativo, criativo e crítico nos alunos. Para Paulo Freire, a educação não pode acontecer sem esse princípio.

     “O conhecer surge como resposta a uma pergunta. A origem do conhecimento está nas perguntas, ou no ato mesmo de perguntar”.
                                                                     (Paulo Freire)



segunda-feira, 3 de dezembro de 2018




                           REVISITANDO MINHAS POSTAGENS DO INICIO DO CURSO





#sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Resultado de imagem para reflexões emilia ferreiro

Cabe ao professor estimular seu aluno e motivá-lo a buscar novos conhecimentos


COLOQUEI ESTA  POSTAGEM NA ÉPOCA SEM ME DETER MUITO, NO ENTANTO, HOJE QUASE CONCLUINDO O CURSO DE PEDAGOGIA ESTA FRASE DE EMILIA  FERREIRO É PERFEITA QUANDO ESTAMOS TRABALHANDO COM CICLO DE ALFABETIZAÇÃO, COMO É DIFICIL  FAZER COM A CRIANÇA QUE JÁ PERDEU A CONFIANÇA EM SI PRÓPRIA NO TERCEIRO ANO POR NÃO CONSEGUIR LER E ESCREVER AINDA, FAZÊ-LA ACREDITAR QUE ELA TEM SIM POTENCIAL PARA SUPERAR AS DIFICULDADES, OS DESAFIOS E VENCER. TENHO UM ALUNO QUE VEIO DE OUTRO TERCEIRO ANO DE UMA COLEGA QUE LÁ EM AGOSTO JÁ DIZIA QUE ELE ESTAVA REPROVADO POR NÃO REALIZAR AS TAREFAS, NÃO CONSEGUIR LER...NO INÍCIO FOI BEM COMPLICADO, POIS O ALUNO VEIO PRATICAMNETE "ARMADO" PARA ME ATACAR, NO ENTANTO, AOS POUCOS ELE FOI PERCEBENDO QUE TUDO SERIA DIFERENTE, HOJE JÁ  ESTÁ LENDO, ENSAIANDO SEUS PRIMEIROS TEXTOS, SUAS PRODUÇÕES TEXTUAIS. ISSO SIM FAZ VALER A PENA TODO ESFORÇO!!


                                      REFLETINDO SOBRE A 2ª SEMANA


        Na década de 1980 ocorre a divulgação das pesquisas de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, as quais resultaram na teoria da psicogênese da língua escrita. Essas pesquisadoras demonstraram, com base em experiências realizadas com crianças, como se dá o processo de aquisição da linguagem escrita, no qual a criança precisa compreender o que a escrita representa. Esse acontecimento levou a uma revolução no modo como o ensino da língua escrita era praticado.
       Tudo isso deve se somar a um ambiente alfabetizador. Criar um ambiente alfabetizador implica respeitar as crianças. Elas precisam se sentir acolhidas, valorizadas e devem ter oportunidade de realizar aquilo que melhor sabem fazer nessa fase da vida: brincar e imaginar. Além de estabelecer um clima de interação entre professor, família, aluno.
      Por isto, este Projeto Resgatando Valores vem tentar resgatar esse ambiente favorável para aprendizagem. Buscando restaurar alguns princípios que se haviam perdido nas relações do dia a dia em sala de aula.
      Nesta semana, observei que essa tarefa não é tão simples assim, pois após trabalharmos com um texto sobre diferenças, um aluno chama a colega de “morcega” por ela ser negra. Confesso que neste momento bateu uma frustração enorme que envolveu toda minha prática naquele dia.
       Tive de conversar com o menino em particular e posteriormente chamar a família, pois o mesmo não se arrependia em nenhum momento de ter falado daquela forma com a colega.
       A escola tem um importante papel a cumprir na desconstrução dos estereótipos criados para o negro na sociedade.


                                   REFLETINDO SOBRE A 1ª SEMANA DE ESTÁGIO



Educar significa forma substancial, a formação do homem para a vida.Os educadores que realmente formam os indivíduos para uma vida transformam paradigmas, mudam o destino de um povo em um sistema social na medida em que preparam seus alunos. A formação tem como objetivo a flexibilidade de seus próprios níveis de desempenho, o trabalho em jovens e a flexibilidade no trabalho e na vida (SCHIFFER, 2008).





Nesta semana de início deste Projeto “Resgatando Valores” percebi que terei bastante trabalho para realmente impactá-los sobre a necessidade de mudança de comportamento, de pensamento frente a certos obstáculos.
Mas já foi lançada a semente, agora vamos cuidar para essas sementes encontrem um solo fértil para germinar, ou seja, que os corações e as mentes estejam preparadas para receber o tema –valores- e venham refletir e modificar suas atitudes. No entanto, é só o começo, ainda temos uma estrada para percorrermos e aí sim lá na frente ver se realmente o objetivo foi alcançado ou não.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018


      



         Meu projeto de estágio será sobre VALORES...RESGATANDO VALORES!!!
Educar! Tarefa das mais difíceis! Como se preparar na vida e para a vida? Todo ser humano tem suas crenças e com base nelas seus pensamentos e sentimentos, que culminam nas atitudes.
Acredita-se numa sociedade mais humana e justa, sem preconceitos, em que os cidadãos atuem compromissados com o bem comum.
A escola se tornaria vazia e ineficiente se omitisse de resgatar certos valores "adormecidos" na consciência humana. Por esse motivo, torna-se essencial refletir o mundo atual, fortalecer e renovar as "crenças", inserindo no processo educacional valores que possibilitem a formação integral de nossos alunos.
Este projeto visa à valorização do ser humano, resgatando a importância das virtudes, como tendência para o bem, que devem ser ensinadas e partilhadas desde a mais tenra idade, levando à construção da cidadania e autonomia.
Que cada aluno consiga integrar-se no grupo, participando ativamente, trocando experiências, resolvendo situações de conflito de forma tranqüila e convivendo adequadamente conforme as regras elaboradas pela da turma e os valores trabalhados em aula. Que o grupo como um todo consiga demonstrar maior autonomia e sensibilidade para resolver os problemas que surgem com mais tolerância e amabilidade.









Os professores podem guiá-las proporcionando-lhes os materiais apropriados mais o essencial é que, para que uma criança entenda, deve construir ela mesma, deve reinventar. Cada vez que ensinamos algo a uma criança estamos impedindo que ela descubra por si mesma. Por outro lado, aquilo que permitimos que descubra por si mesma, permanecerá com ela. (PIAGET, 1989, p. 53).

Neste semestre estamos realizando o estágio obrigatório, mesmo estando em sala de aula a quase 18 anos, parece que farei isso pela primeira vez. Que sensação angustiante, ter repensar o que muitas vezes já fazia automaticamente. Ao mesmo tempo, me permite rever minha prática e reformular algumas coisas.
Então, borá lá!!!!!