domingo, 27 de março de 2016

                                O QUE É ARGUMENTAR?
 Segundo Anthony Weston
             Algumas pessoas pensam que argumentar é apenas expor os seus preconceitos de uma forma nova. É por isso que muitas pessoas pensam também que os argumentos são desagradáveis e inúteis. Argumentar pode confundir se com discutir. Neste sentido, dizemos por vezes que duas pessoas discutem, como numa espécie de luta verbal. Acontece muito. Mas não é isso o que os argumentos realmente são.
             Os argumentos são essenciais, em primeiro lugar, porque são uma forma de tentar descobrir quais os melhores pontos de vista. Nem todos os pontos de vista são iguais. Algumas conclusões podem ser apoiadas com boas razões; outras, com razões piores. Mas muitas vezes não sabemos quais são as melhores conclusões. Precisamos apresentar argumentos para apoiar diferentes conclusões, e depois avaliar tais argumentos para ver se são realmente bons.
       Neste semestre estamos exercitando isto, parecia tão simples, no entanto, muitas vezes parece muito complicado, pois envolve vários fatores, tais como: pensar, refletir verdadeiramente, organizar as idéias e colocá-las no papel.
     Mas vamos conseguir!!!! Somos professoras capazes.



domingo, 20 de março de 2016

                                                 

       "As qualidades e virtudes são construídas por nós no esforço que nos impomos para diminuir a distância entre o que dizemos e fazemos", escreveu o educador Paulo Freire.
          Nesta primeira aula do terceiro semestre fomos levadas a repensar nossas postagens no blog. Será que realmente estão todas adequadas as necessidades do curso de Educação? São textos qualificados ou simplesmente jogamos algo no portfólio para cumprir a tarefa.
        Na verdade, percebi que como profissionais da educação precisamos observar melhor o que escrevemos e necessitamos estar abertos para o crescimento, a qualificação.
        Percebi também o quanto modifiquei minhas postagens desde o inicio do curso até aqui. Acredito que venho me qualificando a cada aula, cada leitura. Que alegria perceber isto.


domingo, 6 de março de 2016

           

                              Estou muito feliz por conseguir vencer os obstáculos.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

          QUESTÕES ETNICO-RACIAIS NA LITERATURA INFANTIL
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                 O Brasil, por ser um país multiétnico, conta com uma grande riqueza cultural, artística e racial. De outra parte, alguns grupos e classes, como negros, índios e homossexuais, encontram dificuldades nas relações sociais devido a preconceitos e discriminação.
               O educador precisa estar ciente das leis e dos parâmetros que regem a educação, sua gestão, estratégias e organização. Importa, também, apropriar-se das políticas e ações afirmativas que se referem às relações étnicas e raciais no cotidiano escolar. Tal postura é conveniente tanto no ambiente de sala de aula quanto nos demais espaços de convivência educativa. No processo de alfabetização, também é importante que se valorize outra estética, não só aquela da pele clara e olhos azuis ou verdes, mas o sentido de beleza presente na pele negra, nos cabelos enrolados. Para, já no período inicial da escolarização, promover, assim, uma mudança de paradigma em relação à questão racial.
             Outro exemplo comum na educação infantil e nos anos iniciais, ao se trabalhar as cores, é identificar o lápis “cor de pele” com uma cor clara, próxima de um bege-róseo. Com isso, de modo inconsciente, vai-se construindo um modelo de beleza e identidade branqueado.
             Em livros de história, aparentemente ingênuos ou em deliciosos contos de fada, não é difícil perceber, através da trama, dos personagens e dos diálogos, se não do próprio assunto, a classe a que os autores pertencem ou que representam, com suas concepções de vida, seus valores e seus preconceitos. (AZEVEDO In; ZILBERMAN, 1988: 336).

            Precisamos estar atentos para esta questão, pois até ontem passávamos para nossos alunos histórias que de certa forma são discriminatória. Precisamos ampliar nosso horizonte e observar outros caminhos na literatura infantil para contemplar o todo.
                                 O BRINCAR NA INFÂNCIA

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          Quando se é criança brincar torna-se o seu trabalho, e essa brincadeira faz parte de sua formação como ser humano. No início a criança usa da brincadeira para descobrir o mundo, suas formas, seus sabores. 
        Com o passar do tempo a brincadeira passa a ser uma imitação do mundo que a rodeia, a criança brinca imitando aquilo que mostra ser atrativo a ela. Inicialmente a brincadeira é um ato individual, descompromissado, até mesmo egoísta, onde ela busca instintivamente o seu desenvolvimento pessoal. Mas com o seu desenvolvimento a criança passa ter outras expectativas do mundo, e passa assim a ser um ser social, ela interage com o mundo que a rodeia, e as suas brincadeiras passam a ser expressões desse mundo, imitação de seus ídolos, desmontar para simplesmente tentar arrumar as coisas. Mas como ser sociável, ele passa a interagir com outras crianças, suas brincadeiras ficam cada vez mais complexas, para interagir com o outro é necessário criar regras, métodos, portanto desta forma, e por isso, brincar torna-se um novo meio de aprender a conviver com uma sociedade que naturalmente necessita de regras a serem seguidas, as brincadeiras passam a jogos complexos. 


                                CONCEITO DE INFÂNCIA
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               Pensar a infância e a educação no momento atual requer um grande esforço e uma profunda reflexão por parte da escola e da sociedade. Ao longo dos séculos, a criança vem assumindo diferentes papéis de acordo com a época e a sociedade em que está inserida. A concepção de infância é uma noção historicamente construída e consequentemente vem mudando, não se manifestando de maneira homogênea nem mesmo no interior de uma mesma sociedade e época. A criança desenvolve-se pela experiência social, nas interações que estabelece, desde cedo, com a experiência sócio-histórica dos adultos e do mundo por eles criado. Dessa forma, a brincadeira é uma atividade humana, na qual as crianças são introduzidas constituindo-se em um modo de assimilar e recriar a experiência sócio-cultural dos adultos.
            Conceito de infância tudo que existe hoje passou por um processo até chegar ao que é. A existência de muitas coisas só é compreendida quando se conhece seu contexto histórico e cultural. Segundo Kramer (2007), as visões sobre a infância são construídas social e historicamente. A inserção concreta das crianças e seus papéis variam com as formas de organização da sociedade. Assim, a ideia de infância não existiu sempre e da mesma maneira.                                           

             Faria (1997, p.9) ressalta que “a criança será percebida pela sociedade de forma diversificada ao longo dos tempos, conforme as determinações das relações de produção vigentes em cada época”. De acordo com Faria, apresentarei um breve histórico da infância em diferentes épocas e seu significado também para o sistema capitalista.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

                    UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
                                             PEDAGOGIA EAD
                                  REGINA MAURO AGRA CORREA

       
                                  Resultado de imagem para IMAGENS DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL FREUD

Ao longo dos tempos, a sociedade vem, pouco a pouco, se familiarizando e compreendendo as diferentes formas de expressão da sexualidade infantil.
A sexualidade é reconhecida como um instinto com o qual as pessoas nascem e que se expressa de formas distintas de acordo com as fases do desenvolvimento que são:

Fase Oral- 0 a 1 ano
Fase Anal- 2 a 3 anos
Fase Fálica- 4 a 6 anos
Período de Latência- 6 a 11 anos
Fase Genital-  a partir de 11 anos

Freud de certa forma revolucionou toda uma sociedade conservadora com suas teorias a cerca do desenvolvimento sexual. Atualmente ainda estudamos, pesquisamos, tentando entender seus pensamentos. A educação ainda parece viver em tempos passados em alguns momentos, pois certos assuntos ainda são tratados com muita resistência, temor. No entanto, na contramão aqui estamos nos apropriando cada vez mais de idéias revolucionárias e de grande valia para a educação.