sábado, 28 de maio de 2016

                                                          LIBRAS NA ESCOLA

          A escola é muito importante na formação dos sujeitos em todos os seus aspectos. É um lugar de aprendizagem, de diferenças e de trocas de conhecimento, precisando, portanto atender a todos sem distinção, a, fim de não promover fracassos, discriminações e exclusões.
            Diferente dos ouvintes, grande parte das crianças surdas entram na escola sem o conhecimento da língua, sendo que a maioria delas vem de famílias ouvintes que não sabem a língua de sinais, portanto, a necessidade que a LIBRAS seja, no contexto escolar, não só língua de instrução, mas, disciplina a ser ensinada, por isso, é imprescindível que o ensino de LIBRAS seja incluído nas séries iniciais do ensino fundamental para que o surdo possa adquirir uma língua e posteriormente receber informações escolares em língua de sinais.
           O papel da língua de sinais na escola vai além da sua importância para o desenvolvimento do surdo, por isso, não basta somente a escola colocar duas línguas nas classes, é preciso que haja a adequação curricular necessária, apoio para os profissionais especializados para favorecer surdos e ouvintes, a fim de tornar o ensino apropriado a particularidade de cada aluno. Sobre isso Skliar menciona:
         Segundo SKLIAR (2005, p. 27): “ Usufruir da língua de sinais é um direito do surdo e não uma concessão de alguns professores e escolas”.
          A escola deve apresentar alternativas voltadas ás necessidades lingüísticas dos surdos, promovendo estratégias que permitam a incursão e o desenvolvimento da língua de sinais como primeira língua.
        As diferentes formas de proporcionar uma educação à criança de uma escola, dependem das decisões político-pedagógicas adotadas pela escola. Ao optar por essa educação, o estabelecimento de ensino assume uma política em que duas línguas passarão a ser exercitadas no espaço escolar.  

                                                           A MÚSICA NA ESCOLA

                                                

             As primeiras manifestações musicais no Brasil iniciaram-se com o processo de Colonização, necessariamente com a chegada da Família Real. Essas primeiras informações musicais eruditas foram trazidas ao Brasil pelos portugueses, por intermédio dos Jesuítas, estes tinham por objetivo principal catequizar os nativos, assim, encontrou na arte e especificamente na música o principal meio de sensibilizar os indígenas. A música utilizada pelos jesuítas era o cantochão, por aparentar ser simples e singela, com ritmo livre, esse tipo de música era utilizada para acompanhar os rituais litúrgicos da Igreja Católica. 
Em 1808, com a chegada da Família Real no Brasil, a música passa a ter lugar de destaque, como a música não podia se limitar a Igreja, chegando assim aos teatros, nos quais recebiam companhias de ópera e operetas. 
             No ano de 1854 é decretado oficialmente o ensino de música nas escolas públicas brasileiras, que passou a processar de dois modos: noções de música e exercícios de canto. Mas esse decreto não dava orientações de como deveria ser direcionada o ensino. No ano seguinte outro decreto faz a exigência de contratação de professores de música através de concurso público. 
             Os benefícios das aulas de música são vistos desde os primeiros anos escolares.
             A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico. 
              A música pode contribuir, tornando o ambiente escolar mais agradável e alegre, ajudando na socialização das crianças com seu grupo escolar, podendo ainda ser usada para relaxar os alunos depois de atividades físicas, acalmando os alunos diante da tensão de uma prova, por exemplo, além de ser um poderoso recurso didático.

domingo, 27 de março de 2016

                                O QUE É ARGUMENTAR?
 Segundo Anthony Weston
             Algumas pessoas pensam que argumentar é apenas expor os seus preconceitos de uma forma nova. É por isso que muitas pessoas pensam também que os argumentos são desagradáveis e inúteis. Argumentar pode confundir se com discutir. Neste sentido, dizemos por vezes que duas pessoas discutem, como numa espécie de luta verbal. Acontece muito. Mas não é isso o que os argumentos realmente são.
             Os argumentos são essenciais, em primeiro lugar, porque são uma forma de tentar descobrir quais os melhores pontos de vista. Nem todos os pontos de vista são iguais. Algumas conclusões podem ser apoiadas com boas razões; outras, com razões piores. Mas muitas vezes não sabemos quais são as melhores conclusões. Precisamos apresentar argumentos para apoiar diferentes conclusões, e depois avaliar tais argumentos para ver se são realmente bons.
       Neste semestre estamos exercitando isto, parecia tão simples, no entanto, muitas vezes parece muito complicado, pois envolve vários fatores, tais como: pensar, refletir verdadeiramente, organizar as idéias e colocá-las no papel.
     Mas vamos conseguir!!!! Somos professoras capazes.



domingo, 20 de março de 2016

                                                 

       "As qualidades e virtudes são construídas por nós no esforço que nos impomos para diminuir a distância entre o que dizemos e fazemos", escreveu o educador Paulo Freire.
          Nesta primeira aula do terceiro semestre fomos levadas a repensar nossas postagens no blog. Será que realmente estão todas adequadas as necessidades do curso de Educação? São textos qualificados ou simplesmente jogamos algo no portfólio para cumprir a tarefa.
        Na verdade, percebi que como profissionais da educação precisamos observar melhor o que escrevemos e necessitamos estar abertos para o crescimento, a qualificação.
        Percebi também o quanto modifiquei minhas postagens desde o inicio do curso até aqui. Acredito que venho me qualificando a cada aula, cada leitura. Que alegria perceber isto.


domingo, 6 de março de 2016

           

                              Estou muito feliz por conseguir vencer os obstáculos.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

          QUESTÕES ETNICO-RACIAIS NA LITERATURA INFANTIL
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                 O Brasil, por ser um país multiétnico, conta com uma grande riqueza cultural, artística e racial. De outra parte, alguns grupos e classes, como negros, índios e homossexuais, encontram dificuldades nas relações sociais devido a preconceitos e discriminação.
               O educador precisa estar ciente das leis e dos parâmetros que regem a educação, sua gestão, estratégias e organização. Importa, também, apropriar-se das políticas e ações afirmativas que se referem às relações étnicas e raciais no cotidiano escolar. Tal postura é conveniente tanto no ambiente de sala de aula quanto nos demais espaços de convivência educativa. No processo de alfabetização, também é importante que se valorize outra estética, não só aquela da pele clara e olhos azuis ou verdes, mas o sentido de beleza presente na pele negra, nos cabelos enrolados. Para, já no período inicial da escolarização, promover, assim, uma mudança de paradigma em relação à questão racial.
             Outro exemplo comum na educação infantil e nos anos iniciais, ao se trabalhar as cores, é identificar o lápis “cor de pele” com uma cor clara, próxima de um bege-róseo. Com isso, de modo inconsciente, vai-se construindo um modelo de beleza e identidade branqueado.
             Em livros de história, aparentemente ingênuos ou em deliciosos contos de fada, não é difícil perceber, através da trama, dos personagens e dos diálogos, se não do próprio assunto, a classe a que os autores pertencem ou que representam, com suas concepções de vida, seus valores e seus preconceitos. (AZEVEDO In; ZILBERMAN, 1988: 336).

            Precisamos estar atentos para esta questão, pois até ontem passávamos para nossos alunos histórias que de certa forma são discriminatória. Precisamos ampliar nosso horizonte e observar outros caminhos na literatura infantil para contemplar o todo.
                                 O BRINCAR NA INFÂNCIA

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          Quando se é criança brincar torna-se o seu trabalho, e essa brincadeira faz parte de sua formação como ser humano. No início a criança usa da brincadeira para descobrir o mundo, suas formas, seus sabores. 
        Com o passar do tempo a brincadeira passa a ser uma imitação do mundo que a rodeia, a criança brinca imitando aquilo que mostra ser atrativo a ela. Inicialmente a brincadeira é um ato individual, descompromissado, até mesmo egoísta, onde ela busca instintivamente o seu desenvolvimento pessoal. Mas com o seu desenvolvimento a criança passa ter outras expectativas do mundo, e passa assim a ser um ser social, ela interage com o mundo que a rodeia, e as suas brincadeiras passam a ser expressões desse mundo, imitação de seus ídolos, desmontar para simplesmente tentar arrumar as coisas. Mas como ser sociável, ele passa a interagir com outras crianças, suas brincadeiras ficam cada vez mais complexas, para interagir com o outro é necessário criar regras, métodos, portanto desta forma, e por isso, brincar torna-se um novo meio de aprender a conviver com uma sociedade que naturalmente necessita de regras a serem seguidas, as brincadeiras passam a jogos complexos.