segunda-feira, 3 de dezembro de 2018




                           REVISITANDO MINHAS POSTAGENS DO INICIO DO CURSO





#sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Resultado de imagem para reflexões emilia ferreiro

Cabe ao professor estimular seu aluno e motivá-lo a buscar novos conhecimentos


COLOQUEI ESTA  POSTAGEM NA ÉPOCA SEM ME DETER MUITO, NO ENTANTO, HOJE QUASE CONCLUINDO O CURSO DE PEDAGOGIA ESTA FRASE DE EMILIA  FERREIRO É PERFEITA QUANDO ESTAMOS TRABALHANDO COM CICLO DE ALFABETIZAÇÃO, COMO É DIFICIL  FAZER COM A CRIANÇA QUE JÁ PERDEU A CONFIANÇA EM SI PRÓPRIA NO TERCEIRO ANO POR NÃO CONSEGUIR LER E ESCREVER AINDA, FAZÊ-LA ACREDITAR QUE ELA TEM SIM POTENCIAL PARA SUPERAR AS DIFICULDADES, OS DESAFIOS E VENCER. TENHO UM ALUNO QUE VEIO DE OUTRO TERCEIRO ANO DE UMA COLEGA QUE LÁ EM AGOSTO JÁ DIZIA QUE ELE ESTAVA REPROVADO POR NÃO REALIZAR AS TAREFAS, NÃO CONSEGUIR LER...NO INÍCIO FOI BEM COMPLICADO, POIS O ALUNO VEIO PRATICAMNETE "ARMADO" PARA ME ATACAR, NO ENTANTO, AOS POUCOS ELE FOI PERCEBENDO QUE TUDO SERIA DIFERENTE, HOJE JÁ  ESTÁ LENDO, ENSAIANDO SEUS PRIMEIROS TEXTOS, SUAS PRODUÇÕES TEXTUAIS. ISSO SIM FAZ VALER A PENA TODO ESFORÇO!!


                                      REFLETINDO SOBRE A 2ª SEMANA


        Na década de 1980 ocorre a divulgação das pesquisas de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, as quais resultaram na teoria da psicogênese da língua escrita. Essas pesquisadoras demonstraram, com base em experiências realizadas com crianças, como se dá o processo de aquisição da linguagem escrita, no qual a criança precisa compreender o que a escrita representa. Esse acontecimento levou a uma revolução no modo como o ensino da língua escrita era praticado.
       Tudo isso deve se somar a um ambiente alfabetizador. Criar um ambiente alfabetizador implica respeitar as crianças. Elas precisam se sentir acolhidas, valorizadas e devem ter oportunidade de realizar aquilo que melhor sabem fazer nessa fase da vida: brincar e imaginar. Além de estabelecer um clima de interação entre professor, família, aluno.
      Por isto, este Projeto Resgatando Valores vem tentar resgatar esse ambiente favorável para aprendizagem. Buscando restaurar alguns princípios que se haviam perdido nas relações do dia a dia em sala de aula.
      Nesta semana, observei que essa tarefa não é tão simples assim, pois após trabalharmos com um texto sobre diferenças, um aluno chama a colega de “morcega” por ela ser negra. Confesso que neste momento bateu uma frustração enorme que envolveu toda minha prática naquele dia.
       Tive de conversar com o menino em particular e posteriormente chamar a família, pois o mesmo não se arrependia em nenhum momento de ter falado daquela forma com a colega.
       A escola tem um importante papel a cumprir na desconstrução dos estereótipos criados para o negro na sociedade.


                                   REFLETINDO SOBRE A 1ª SEMANA DE ESTÁGIO



Educar significa forma substancial, a formação do homem para a vida.Os educadores que realmente formam os indivíduos para uma vida transformam paradigmas, mudam o destino de um povo em um sistema social na medida em que preparam seus alunos. A formação tem como objetivo a flexibilidade de seus próprios níveis de desempenho, o trabalho em jovens e a flexibilidade no trabalho e na vida (SCHIFFER, 2008).





Nesta semana de início deste Projeto “Resgatando Valores” percebi que terei bastante trabalho para realmente impactá-los sobre a necessidade de mudança de comportamento, de pensamento frente a certos obstáculos.
Mas já foi lançada a semente, agora vamos cuidar para essas sementes encontrem um solo fértil para germinar, ou seja, que os corações e as mentes estejam preparadas para receber o tema –valores- e venham refletir e modificar suas atitudes. No entanto, é só o começo, ainda temos uma estrada para percorrermos e aí sim lá na frente ver se realmente o objetivo foi alcançado ou não.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018


      



         Meu projeto de estágio será sobre VALORES...RESGATANDO VALORES!!!
Educar! Tarefa das mais difíceis! Como se preparar na vida e para a vida? Todo ser humano tem suas crenças e com base nelas seus pensamentos e sentimentos, que culminam nas atitudes.
Acredita-se numa sociedade mais humana e justa, sem preconceitos, em que os cidadãos atuem compromissados com o bem comum.
A escola se tornaria vazia e ineficiente se omitisse de resgatar certos valores "adormecidos" na consciência humana. Por esse motivo, torna-se essencial refletir o mundo atual, fortalecer e renovar as "crenças", inserindo no processo educacional valores que possibilitem a formação integral de nossos alunos.
Este projeto visa à valorização do ser humano, resgatando a importância das virtudes, como tendência para o bem, que devem ser ensinadas e partilhadas desde a mais tenra idade, levando à construção da cidadania e autonomia.
Que cada aluno consiga integrar-se no grupo, participando ativamente, trocando experiências, resolvendo situações de conflito de forma tranqüila e convivendo adequadamente conforme as regras elaboradas pela da turma e os valores trabalhados em aula. Que o grupo como um todo consiga demonstrar maior autonomia e sensibilidade para resolver os problemas que surgem com mais tolerância e amabilidade.









Os professores podem guiá-las proporcionando-lhes os materiais apropriados mais o essencial é que, para que uma criança entenda, deve construir ela mesma, deve reinventar. Cada vez que ensinamos algo a uma criança estamos impedindo que ela descubra por si mesma. Por outro lado, aquilo que permitimos que descubra por si mesma, permanecerá com ela. (PIAGET, 1989, p. 53).

Neste semestre estamos realizando o estágio obrigatório, mesmo estando em sala de aula a quase 18 anos, parece que farei isso pela primeira vez. Que sensação angustiante, ter repensar o que muitas vezes já fazia automaticamente. Ao mesmo tempo, me permite rever minha prática e reformular algumas coisas.
Então, borá lá!!!!!

sábado, 2 de junho de 2018



                                    O BRINCAR SEGUNDO PIAGET

-“Os jogos são brincadeiras e ao mesmo tempo meios de aprendizagem” (PIAGET,1967, p. 87). 
-A teoria de Jean Piaget (1896-1980) estudando sobre o desenvolvimento da inteligência, colocou o jogo e o brincar como atividades indispensáveis na busca do conhecimento pelo indivíduo. Ele dividiu o desenvolvimento intelectual da criança em etapas caracterizadas pela sucessiva complexidade e maior integração dos modelos de pensamento, ou seja: até os dois anos de idade – sensório-motor; de dois a quatro anos – pré-operacional; de quatro a sete anos – intuitivo; de sete aos 14 anos – operacional concreto; e, a partir dessa idade – operacional abstrato
-Piaget (1977) afirma que, ao aprender, o indivíduo não tem um papel passivo perante as influências do meio, pelo contrário, procura adaptar-se a elas com uma atividade organizadora. Nesse sentido, a aprendizagem, para ele, é um processo adaptativo em função de respostas dadas pelo sujeito a um conjunto de estímulos anteriores e atuais. Sendo assim, o desenvolvimento é um fator condicionante da aprendizagem.
O jogo e o brincar, portanto, sob as suas duas formas essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo, proporciona uma assimilação da real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário e transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu. Por isso, os métodos ativos de educação das crianças exigem todos que se forneça às crianças um material conveniente, a fim de que, jogando e brincando, elas cheguem a assimilar as realidades intelectuais que, sem isso, permanecem exteriores à inteligência infantil. (PIAGET 1976, p.160).
Para a criança a brincadeira é uma forma de exercitar a sua imaginação, se relacionando de acordo com seu interesse e suas necessidades junto a realidade de um mundo que pouco conhecem. Através da brincadeiras a criança reflete, organiza, constrói, destrói, e reconstrói seu universo.
Para Piaget, a criança não é ativa e nem passiva, mas interativa, interagindo socialmente buscando informações, aprendem as regras dos jogos resultando no engajamento individual de soluções de problemas.



    REFERÊNCIAS
-Imitação e desenvolvimento inicial: evidências empíricas, explicações e implicações teóricas Maria Lucia Seidl de Moura Adriana F. P. Ribas

sexta-feira, 1 de junho de 2018



                                                  SER PROFESSOR NA ERA DIGITAL
Hoje a mídia é mais do que um recurso, é parte da cultura e está presente na vida das pessoas e ela precisa ser incorporada e utilizada no trabalho em sala de aula.
As ferramentas digitais vem cada vez mais sendo indispensável para realizarmos nossas atividades, tanto pessoalmente quanto profissionalmente. Em nossas escolas ainda caminhamos de forma lenta, pois esbarramos na burocracia do governo, na falta de investimentos em infraestrutura. Em especial na escola em que trabalho, seguidamente temos dificuldades em utilizar o laboratório de informática, pois uma hora não temos internet por falta de pagamento( governo atrasa o repasse de verbas), ou a internet não é boa o suficiente para realizar determinados trabalhos.
Neste contexto, a informática na educação se insere pela necessidade de transpor as fronteiras do educar convencional. Tudo que se modernizou na educação até o advento da informática se tornou convencional, esta nova forma pedagógica vem possibilitar uma nova forma de trabalhar os conteúdos, convertendo a aula num possível novo espaço de interação, de troca de resultados, tudo isto adaptado à nova realidade do educando.
Hoje estamos vivendo outra transição revolucionária: da cultura escrita para a digital. A era digital está desenvolvendo uma nova relação com o conhecimento.
As tecnologias passaram a fazer parte de nosso cotidiano e através delas o acesso à informação tornou-se cada vez mais fácil e rápido. Elas nos permitiram “ampliar o conceito de aula, de espaço e de tempo, estabelecendo novas pontes entre o estar juntos fisicamente e virtualmente” (MORAN, 2004, p.8).
Lévy (2000, p. 171) diz que a direção mais promissora, que por sinal traduz a perspectiva da inteligência coletiva no domínio educativo, é a da aprendizagem cooperativa. Alguns dispositivos informatizados de aprendizagem em grupo são especialmente concebidos para o compartilhamento de diversos bancos de dados e o uso de conferências e correio eletrônicos. Em “campus virtuais”, os professores e estudantes partilham os recursos materiais e informacionais de que dispõem. Os professores aprendem ao mesmo tempo em que os estudantes e atualizam continuamente seus saberes “disciplinares” como suas competências pedagógicas. Os estudantes podem participar de conferências eletrônicas desterritorializadas nas quais intervêm os melhores pesquisadores de sua disciplina. A partir daí, a principal função do professor não pode mais ser uma difusão dos conhecimentos, que agora é feita de forma mais eficaz por outros meios. Sua competência deve deslocar-se no sentido de incentivar a aprendizagem e o pensamento. O professor torna-se um 'animador da inteligência coletiva' dos grupos que estão a seu encargo. Sua atividade será centrada no acompanhamento e na gestão das aprendizagens: o incitamento à troca dos saberes, a mediação relacional e simbólica, a pilotagem personalizada dos percursos de aprendizagem, etc
Lea Fagundes (2012) reforça dizendo que o desafio não é de integrar as tecnologias no currículo, mas de integrar a escola na cultura digital, porque a escola permanece com sua cultura tradicional e quando se apropria da tecnologia quer a colocar a serviço da conservação do passado. A cultura digital é uma nova cultura.
Com base nas leituras realizadas, realmente é um grande desfio como professores que nascemos em outro momento, ou seja, as ferramentas digitais não eram tão presentes em nosso meio e agora a tecnologia explode a cada semana com uma novidade digital, como se manter vivo digitalmente falando. Nossos alunos chegam desde o primeiro ano das séries iniciais esbanjando sabedoria sobre este assunto e nós? As vezes me sinto uma analfabeta digital, pois preciso estar o tempo todo correndo atrás de informações afim de conseguir acompanhar meu aluno e tentar fazer da minha prática pedagógica algo prazeroso, que também seja novidade para eles e que cause curiosidade em buscar mais, participar, construir. Confesso que essa tarefa não é nada fácil, mas não vou desistir.


  REFERÊNCIAS
LAMAISON, Mariza de Lurdes Lama, Aline Fátima Banhara, Anelice Maria Banhara Figueiredo-A APRENDIZAGEM COLETIVA E O NOVO PAPEL DOS PROFESSORES